Obra da Mãe

I don’t do any thing. Not one single thing. I used to bite my nails but I don’t even do that anymore.

Maio 23, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 11:18 am
 

Maio 23, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 10:27 am

Cinco estrelas.

 

Quatro estrelas

 

(Uma das estrelas é certamente por me ter feito lembrar como aos 14 ou 15 anos papava tudo quanto fosse livro com títulos como “Eram os Deuses Astronautas”…)

 

Maio 20, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 2:29 pm

Acabei de pôr no Blogroll o blogue deste site fantástico patrocinado pela National Geographic Society. Destina-se a miúdos (dos 7-8 anos até à adolescência mais tardia, diria eu) mas pode ser gozado por todos. Pretende mostrar a geo-diversidade do planeta e o impacto que as características físicas – topografia, clima – têm sobre todos os seres vivos. É só pena que não tenha uma versão noutras línguas (então e a fono-diversidade?), para o tornar acessível, com autonomia, aos mais novos. Mas para os de 2º ciclo para cima pode ser mais uma via para aprenderem Inglês.

 

Maio 19, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 9:54 am

Tomem lá isto, via Mãe Galinha, que hoje estou preguiçosa.

http://www.youtube.com/watch?v=o6P2w5GkXmU&feature=related

É segunda-feira. E no fim-de-semana passámos todas as horas que estivemos acordados no meio de muita erva, árvore e bicharada. Foi extenuante.

 

Maio 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 11:48 pm

Apesar de toda a gente saber como gosto de rebolar na lama, o que é demais enjoa. Esta chuva idiota vai dar cabo de três-festas-três a que vamos no fim-de-semana. E uma dela é do Tigre. E são uns 276 miúdos a cujas mães teremos de telefonar a desmarcar. Espero não me esquecer de nenhuma. No ano passado, quando tivemos de adiar pelas mesmas razões, houve quem não tivesse sido avisado…

 

Maio 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 11:43 pm

Apareceu mencionado algures na blogolândia e fiquei com vontade de o ver. É um documentário sobre a vida do “primeiro judeu americano surfista”, um tal Doc Paskowitz, que aos 80 e tal anos ainda surfa na Califórnia. Teve nove filhos de uma só mulher. Criaram-nos, literalmente, entre a Califórnia, o México e o Havai, sem escola e com uma dieta alimentar e sexual heterodoxas. A sua mais recente iniciativa foi a doação de pranchas a surfistas palestianos da Faixa de Gaza.

Será que vai passar num próximo festival de cinema lisboeta?

 

Maio 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 2:55 pm

Daqui a menos de uma semana o pai e o tio vão estar juntos por aqui.

A cena musical mais interessante destes dias também anda por aqui.

 

Nós vamos ficar cá.

 

Maio 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 2:41 pm

Para o pessoal que, como eu, tem de fazer o jantar quase todos os dias durante quase todo o ano.

Não me estou a queixar.

Há um dia por semana em que tenho um jantar óptimo (que com um bocado de sorte dá para congelar e servir em mais um ou dois jantares das semanas seguintes) – quando vem cá a senhora que também faz a limpeza de fundo à casa. É a noite da feijoada, da favada, do bacalhau com natas, dos pastéis e das pataniscas, do frango de fricassé e das almôndegas com puré de batata verdadeiro.

E há o domingo em que, copiando uma amiga, fazemos “jantar de sofá”. A ideia é, porque chegamos tarde a casa para aproveitar as résteas de fim-de-semana, que se coma ao mesmo tempo que se vê um bocado de filme, no sofá. Vale tudo o que dê para comer sem usar talheres. O mais frequente é serem hamburgers no pão, cachorros ou, em dias de enooooorme preguiça, torradinhas e leitinho e frutinha. E quem faz é ele, não sou eu.

Nos outros dias faço um plano de refeições (ah ah ah). Ao domingo à noite vou preenchendo os jantares de cada dia da semana que vem. Não é difícil. Normalmente repito o plano de há três semanas e assim sucessivamente. Salmão no forno; bolonhesa (esparguete de); bolonhesa (lasanha de); carbonara; tortellini frescos com pesto; ravioli frescos com pesto; bacalhau, às postas, porque dá muito trabalho fazer qualquer outro, no forno; dourada no forno; frango do campo no forno (pois, há um padrão). Volta e meia faço bife de atum fresco grelhado ou de cebolada e bife de vaca grelhado. Em tempo quente também comemos daquelas saladas que levam tudo e mais alguma coisa: feijão frade com atum de conserva, cebola, azeitonas, coentros e tomate ou penne com queijo fresco, cebola, azeitonas, coentros e tomate. E é tudo.

Mas não é o facto de não ser difícil que me aborrece. O que me aborrece é precisamente a monotonia. Os bichos até são mais arrojados do que a maior parte dos bichos desta idade – adoram tomate de todas as formas, pesto e fruta, mesmo a mais esquisita. Devoram cenoura e cebola cruas. Gostam de brócolos e, tirando a Foca, comem razoavelmente sopa de legumes.

Mas qualquer coisinha mais condimentada não entra, a não ser no Tigre, e mesmo assim só para provar, que é rapaz que gosta de experimentar. Nas noites da feijoada, favada e bacalhaus variados nem lhes tocam. Tento aproveitar a carne e junto arroz basmati, ou então deixo uma posta de bacalhau só cozido, a que junto os benditos brócolos e uma mísera batata cozida. Cá em casa a batata também não é persona grata. Ou é frita, e isso é só em dias de festa – e de pacote – ou vem na sopa. Grão e lentilhas são anátema. Lulas e chocos, que lhes são dados na escola, são palavrões. Qualquer espinha é um problema e a carne estufada tem muitos fios. Os ovos só podem ser cozidos, depois de terem enjoado dos mexidos e de nunca terem gostado dos estrelados (sacrilégio! Como é possível um miúdo não gostar de ovos estrelados?).

Enfim, passamos todos pelo mesmo, não é?

Até eles crescerem vou sonhando com as semanas em que o carilzinho de gambas, o rosbife à inglesa e as fajitas serão o costumeiro… E pode ser que dê tempo para aprender a cozinhar a sério.

 

Maio 15, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 10:35 am

Antes de mudarmos para esta casa vivia dois ou três prédios ao lado de uma amiga. Por vezes, quando nos encontrávamos na rua, a caminho da farmácia ou da mercearia, trocávamos resmungos e queixas sobre as doenças que acometiam, à vez ou ao mesmo tempo, os nossos miúdos. À medida que os anos iam passando íamos dizendo uma à outra que os miraculosos sete anos – idade em que supostamente, lemos não sei onde, o sistema imunitário se encontra finalmente desenvolvido na sua máxima potencialidade – estavam quase a chegar. Ou seja, pensávamos nós, iam acabar as otites e as rino-faringites (que afligiam os meus) e as infecções respiratórias inferiores (que afligiam as dela). Estas cenas passavam-se geralmente entre Novembro e Fevereiro.

Hoje em dia, mesmo sem todos terem chegado aos sete anos, as rino-faringites e as otites são coisas do passado. Na verdade, o grosso das maleitas acabou à medida que cada um foi passando dos três ou quatro anos. As bronquiolites e as pneumonias, acho, também farão parte do passada das dela.

Agora eu, que tenho 38 anos e o sistema imunitário de um boi ando, em plena Primavera, com uma sinusite-otite e uma enchaqueca como não tinha desde a infância. E também durmo pessimamente. E também não me apetece fazer nada. Ou melhor, queria era ficar o dia inteiro no sofá a ver a caixa da primeira série d’ A Casa na Pradaria.

 

Maio 13, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 9:32 pm