Obra da Mãe

I don’t do any thing. Not one single thing. I used to bite my nails but I don’t even do that anymore.

Junho 24, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 12:59 pm

Descobrimos que fizémos do Solstício de Verão uma tradição familiar de ir jantar fora a ver o pôr do sol. Nada fancy. Normalmente vamos à Caparica. Houve um ano que jantámos num restaurante na outra banda à beira-rio a ver o anoitecer sobre Lisboa. Desta vez fomos com amigos para Monsanto, onde fazia um frio de rachar e o ocaso ficou encoberto pela floresta. Mas eram quase dez da noite e ainda havia uma réstea de luz. Os bichos acharam o máximo.

O Tigre e o amigo aproveitaram logo para fazer uma aposta sobre o dia mais longo do ano. O amigo dizia que era o dia 20 de Junho. O Tigre que era o dia 21. Chegados a casa, o Professor Google foi instado a desempatar. Respondeu que o dia mais longo do ano varia consoante a latitude e o ano propriamente dito e que pode ser qualquer um entre 20 e 28 de Junho. Mas o dia em que o Sol nasce mais cedo é o dia 21 de Junho. Felizmente ninguém acertou, porque parece que apostaram 100 euros.

 

Junho 23, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 9:59 pm
 

Junho 23, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 8:34 pm

Bom sítio para pôr os miúdos a render: os mercadinhos sazonais do Centro Cultural de Belém. Ontem chegaram lá com pilhas de dvd e cassetes vídeo e malinhas da Barbie. Regressaram com um livro sobre os homens pré-históricos, um carro do Senhor Incrível e quase oito euros.

 

Junho 23, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 8:29 pm

Outro blogue para o rol. De ideias e de “recursos” para crianças&famílias, e desta feita em Português.

 

Junho 20, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 10:51 pm

Para não falar nos custos não mensuráveis em euros: 22 dias úteis, ou lá o que é, para se estar com os filhos em cada 365 dias que passam não pode ser nunca um saldo positivo.

E o pior é que a culpa não é dos pais nem dos patrões dos pais nem do governo nem da União Europeia nem do preço do barril de crude.

O pior é que a culpa é de nós todos que em todo o lado, de há tantos anos para cá, deixamos – queremos – que se viva assim.

 

Junho 20, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 10:45 pm

E dou por mim a fazer as contas que há oito anos volta e meia faço: será que compensa trabalhar quando se gastam mais de 100 ou 150 euros por semana a manter os miúdos ocupados (leia-se, aperreados) durante, em alguns casos, dois meses no Verão?

 

Junho 20, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 10:40 pm

Esta coisa de ser mãe a tempo inteiro com um trabalho (mal pago e a desoras) em part-time tem o reverso da medalha do baixo rendimento do agregado familiar quando chega ao Verão: os miúdos têm mesmo três meses de férias.

Teremos apenas 3 semanas fora de casa, a sul, ao sol, na praia. Fora isso, temos todo o tempo do mundo para fazer nada. Eles, nesta idade, agradecem. Nós, nesta era financeira, também.

 

Junho 20, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 1:08 pm

E se em vez do Bob Proctor e quejandos afluíssemos todos ao Pavilhão Atlântico para vermos este senhor dizer que as crianças devem brincar com fogo, ter canivetes suíços e fazer coisas consideradas perigosas de forma a cumprir na totalidade aquilo a que os nossos genes nos destinaram?

 

 

Junho 19, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 1:46 pm

Outro site/blog para o blogroll aqui do lado: ideias para o Verão no meio da bicharada.

 

Junho 18, 2008

Arquivado em: Uncategorized — obradamae @ 11:38 pm

(Contexto: a Feira do Livro)

Tigre, Foca e Saguim em coro- Podemos comprar um livro?

Nós- Ou compram um livro ou comemos aqui um hamburger com os amigos.

Tigre, Foca e Saguim em coro -… com os amigos!!!!

(depois do hamburger)

Tigre, Foca e Saguim em coro- Podemos comprar um livro?

Nós- Agora não, já vos explicámos que era uma coisa ou outra, agora não temos dinheiro

 

 

(Contexto: a piscina)

Tigre- Porque é que hoje não vens nadar connosco?

Eu- Não carreguei o cartão, não posso entrar.

Tigre- Porque não o carregas agora?

Eu- Não tenho dinheiro.

 

 

(Contexto: actividade muito divertida mas também muito onerosa a que querem ir num destes fins-de-semana)

Tigre e Foca- Mas tu tinhas dito que íamos!

Eu- Eu disse que íamos ver. Ainda não decidimos. É muito caro.

 

 

(Contexto: respostas dadas pelo Pai a um questionário académico sobre sociologia da parentalidade)

Ele- … e perguntou se queríamos ter mais filhos.

Eu- E o que é que disseste?

Ele- Bom, que sim e que não… que dependia… se tínhamos dinheiro ou não…

Tigre- Vocês só pensam em dinheiro!!!!!!!!!!!!!!!!!